CARRUAGEM PRINCESAS

Nossa linda carruagem, irá decorar uma linda festa da Cinderela.

PROMOÇÃO DE ANIVERSÁRIO

A DesinArtes, está completando 8 anos. E você, CLIENTE, ganha o presente!

LETRAS 3D

O Arthur ama o Michey e toda sua turma. E para o seu aniversário, a mamãe escolheu Michey Marinheiro

JARDIM ENCATADO

O Jardim Encatado da Emília, terá lindos pássaros, jardim e muito amor...

GALINHA PINTADINHA DO FERNANDO

E para o primeiro aninho do Fernando, a turma da Galinha Pintadinha.

Mostrando postagens com marcador Poemas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Poemas. Mostrar todas as postagens

8 de maio de 2012

Nunca perca a ESPERANÇA!


O MENINO DAS MEIAS VERMELHAS
Todos os dias, ele ia para o colégio com meias vermelhas.
Era um garoto triste, procurava estudar muito mas na hora do recreio ficava afastado dos colegas, como se estivesse procurando alguma coisa. Os outros guris zombavam dele, implicavam com as meias vermelhas que ele usava.
Um dia, perguntaram porque o menino das meias vermelhas só usava meias vermelhas.
Ele contou com simplicidade:
- "No ano passado, quando fiz aniversário, minha mãe me levou ao circo. Botou em mim essas meias vermelhas. Eu reclamei, comecei a chorar, disse que todo mundo ia zombar de mim por causa das meias vermelhas. Mas ela disse que se me perdesse, bastaria olhar para o chão e quando visse um menino de meias vermelhas saberia que o filho era dela".
Os garotos retrucaram:
- "Você não está num circo! Porque não tira essas meias vermelhas e joga fora?"
Mas o menino das meias vermelhas explicou:
- "É que a minha mãe abandonou a nossa casa e foi embora. Por isso eu continuo usando essas meias vermelhas. Quando ela passar por mim vai me encontrar e me levará com ela".

Tenham um ótimo dia meus amigos, pois o meu já começou PERFEITO!!!!
Deus me presenteou com mais um dia!!!!

28 de janeiro de 2012

Calendário Toy Store

 
Para baixar clique AQUI.  Servidor 4Shared
 
OS POEMAS
Os poemas são pássaros que chegam
não se sabe de onde e pousam
no livro que lês.
Quando fechas o livro, eles alçam vôo
como de um alçapão.
Eles não têm pouso
nem porto;
alimentam-se um instante em cada
par de mãos e partem.
E olhas, então, essas tuas mãos vazias,
no maravilhado espanto de saberes
que o alimento deles já estava em ti...